sábado, 15 de maio de 2021

FEIRA DE ADOÇÃO ACONTECE NO NOVO HORIZONTE

        A Feira de Adoção da ONG Patas de Rua acontece neste sábado, 15 na Avenida Tocantins, em frente à veterinária Bicho Sadio. 

          Cerca de 50 animais, entre cães e gatos de rua, abrigos de protetores e até do Centro de Zoonoses da prefeitura (CCZ), serão disponibilizados para quem deseja adotar.  

    De acordo com Deise Araújo, coordenadora da ONG, a meta e fazer com que todos os bichinhos possam ganhar um novo lar neste sábado.  

        Parte dos animaizinhos que estão expostos já foi vermifugada e castrada, caso daqueles que provêm dos abrigos de protetores e do Centro de Zoonoses, além disso, os novos donos ganham alguns mimos que acompanham o pet, como uma mostra de ração e shampoo, garante Shirlei de Sousa, voluntária do projeto.

PROCEDIMENTOS DE ADOÇÃO

      Para se tornar proprietário de um novo pet, basta que a pessoa interessada assine um documento se responsabilizando pela adoção, o grupo, então, faz uma foto para registro e está tudo resolvido.

CASTRAÇÃO GRATUITA NO CCZ

        Uma informação importante para quem já tem um animalzinho não castrado em casa, é que o CCZ realiza esse procedimento gratuitamente, basta que o interessado vá ao centro, que fica na Av. 2000, Novo Horizonte, próximo  à escola Monte Castelo, realize um cadastro e aguarde ser chamado.    

ATRAÇÃO "PET CELEBRIDADE"

       Uma das atrações da feira de adoção deste sábado, o Basset Malcolm, é uma celebridade no Instagram com 207 mil seguidores. O famoso de quatro patas irá fazer a alegria dos fãs durante o evento. 



Texto e foto: André Vianello
 

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

COM SOJA, BRASIL PODE ENTRAR NUMA "SINUCA" ECONÔMICA


Com base em estudos sobre o processo de “primarização da economia brasileira”, isto é, a opção preferencial pela produção de commodities (gado, minério e soja), falamos, no blogue, algumas vezes sobre os riscos dessa escolha.

Além dos fatores negativos que saltam aos olhos, como o enriquecimento de uma parcela pequena da população, já que a atividade gera poucos postos de trabalho formais se comparada à indústria; o imenso passivo ambiental, com áreas importantes para o bioma Cerrado destruídas, (pois o cultivo de soja ocorre principalmente no Centroeste) é preciso levar em conta a real possibilidade de ampla concorrência internacional desses produtos primários, fator que recentemente parece ter entrado na pauta após as declarações do presidente francês Emmanuel Macron, que afirmou que: “continuar dependendo da soja brasileira é endossar o desmatamento da Amazônia”, sinalizando que o país pode ser boicotado.

Apesar de Macron ter errado na conta, pois o percentual de soja produzida na Amazônia ainda é pequeno frente ao de outras regiões, importa nesse caso muito mais o conteúdo que a forma, já que, aparentemente, a declaração mostra uma possível vontade dos nossos compradores de, se não produzirem soja em seus territórios, ao menos de comprar com exclusividade de outros países, como dos Estados Unidos, segundo maior produtor do mundo.

Se for essa a intenção por trás da fala, há motivos para preocupação, já que a produção de commodities aparece solitária no horizonte de um país em franco processo de desindustrialização.     

Texto: André Vianello

Foto: site Revista Granja

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

DESSALINIZAÇÃO X ÁGUA DE REUSO, QUAL A MELHOR SOLUÇÃO PARA A SECA?

Logo que assumiu o cargo, em janeiro, o presidente Jair Bolsonaro anunciou que pretendia firmar parceria com Israel, a fim de implementar a dessalinização de água salobra de poços, no Nordeste. 

O projeto, no entanto, despreza os esforços feitos nesse sentido pela Embrapa, que há mais de 19 anos mantém cerca de 580 sistemas de dessalinização em sete estados da região. As informações foram publicadas no blog do jornalista André Trigueiro. 

Na matéria, Trigueiro dá exemplos de como o método adotado pela Embrapa é eficiente, sustentável e de baixo custo, ao contrário do sitema usado em Israel, que por trabalhar em larga escala, tem o preço elevado por conta do alto consumo de energia elétrica, podendo provocar uma sangria desnecessária nos cofres públicos e ferindo o principio constitucional da economicidade, previsto no artigo 70. 

Outro fator de encarecimento na parceria com o país do Oriente Médio é o descarte do material que será separado da água, no final do processo, que exigiria um plano de manejo para evitar a contaminação do solo pelos resíduos. 

Atualmente, a dessalinização de água salobra feita pela Embrapa tem os custos dividivos entre o governo federal e os estados, ficando o primeiro com a maior parte. Resta clara, na intenção do presidente da república, a forte tendência ideológica, em buscar fora do Brasil, algo que já é realizado a baixo custo e com eficiência, por aqui.

Na opinião do jornalista, que também é especialista em meio ambiente e professor universitário, outras alternativas mais baratas como o reuso da água de esgoto ou mesmo a manutenção do sistema de dessalinização já estruturado pela Embrapa podem ser usados antes de se pensar em uma parceria vinda de fora. 

Texto: André Vianello
Foto: www.embrapa.br 

   

terça-feira, 19 de setembro de 2017

2 ANOS DEPOIS, VEJA COMO ESTÃO AS ÁRVORES PLANTADAS PELO PCV

Voluntários posam à sombra de uma das árvores plantadas em 2015.
Há extamente dois anos, acontecia na Agrópolis do Incra (núcleo Cidade Nova), o 1º Plantio Comunitário do Projeto Ciranda Verde (PCV) e parceiros. 

A ação ocorreu uma semana após a Audiência Pública sobre Sustentabilidade "puxada" pelo movimento, na Câmara Municipal.

Desde então, o PCV atua na arborização urbana em Marabá, na visita às escolas públicas e privadas para realizar bate-papos sobre meio ambiente e plantar espécies com as características adequadas ao local onde a árvore se desenvolverá.

Ao total, mais de 110 mudas entre as de Pau-Preto, Ipê, Pata-de-Vaca e até Genipapo foram plantadas, de forma social e ambientalmente responsável.

Ontem, alguns voluntários estiveram no local onde uma das primeiras mudas de Pau-Preto foram plantadas, no Incra, para mostrar que dois anos após a ação as mesmas já estão fornecendo sombra para os moradores.

Aproveitamos para agradecer nossos parceiros: escoteiros dos três núcleos da cidade, Indeva, Guardiões do Verde e órgãos públicos como Semma, Semsur e Seagri.  

Texto e fotos: André Vianello

Projeto Ciranda Verde

terça-feira, 5 de setembro de 2017

5 DE SETEMBRO, DIA DA AMAZÔNIA

No dia 5 de setembro é comemorado o Dia da Amazônia, a maior reserva natural do planeta e, sem dúvidas, uma das maiores riquezas da humanidade. Esse bioma, que possui cerca de cinco milhões e meio de quilômetros de floresta e abrange nove países, apresenta apenas 26% da sua área em território brasileiro protegida, fato que ameaça o futuro da floresta.
O Dia da Amazônia surgiu como uma forma de chamar a atenção para esse bioma e a data foi escolhida como forma de homenagear a criação da Província do Amazonas por D. Pedro II em 1850. Nessa data o objetivo principal é alertar a população a respeito da destruição da floresta e de como podemos ter desenvolvimento sem que seja necessária a destruição dessa importante fonte de biodiversidade.
A Amazônia sofre constantemente com o desmatamento, principalmente em decorrência do avanço das plantações de soja e da pecuária. Além disso, esse rico bioma também enfrenta a extração ilegal de madeira, a criação de grandes hidrelétricas e a mineração, problemas responsáveis pela destruição de grandes áreas da floresta.
Apesar de muitas pessoas considerarem essas atividades importantes para a economia do país, devemos lembrar que a exploração desenfreada pode destruir o bioma e causar sérias consequências para o planeta, uma vez que ele tem um papel fundamental no equilíbrio ambiental da Terra e influência direta sobre o regime de chuvas de toda a América Latina.
Além disso, pesquisas indicam que a vegetação da Amazônia pode ajudar na diminuição do dióxido de carbono da atmosfera, uma vez que age absorvendo carbono. Outro ponto importante é que a destruição da floresta e a queima de biomassa estão relacionadas com a liberação de uma grande quantidade de dióxido de carbono. Sendo assim, o desmatamento da Amazônia pode influenciar nas mudanças climáticas mundiais.
A Amazônia também é uma importante fonte de biodiversidade, sendo estimada a existência de cerca de 40 mil espécies de plantas diferentes, mais de 400 mamíferos e cerca de 1.300 aves. Nos rios amazônicos, que constituem a maior bacia hidrográfica do planeta, pode-se encontrar cerca de 3 mil espécies de peixes. Vale destacar também que a Amazônia abriga várias comunidades tradicionais que dependem diretamente da floresta para o seu sustento.
Diante da destruição da Amazônia, diversas organizações criaram projetos com o objetivo de proteger e conscientizar a população a respeito desse bioma. Duas das instituições que merecem destaque pelo seu trabalho na região são a WWF Brasil e o Greenpeace. Clique nos nomes dessas organizações e conheça mais a respeito de seus trabalhos.

Texto: Vanessa dos Santos/
brasilescola.uol.com.br
Foto:www.brasilescola.uol.com.br 
Projeto Ciranda Verde

domingo, 9 de julho de 2017

BLITZ MARCA O DOMINGO DE ECOLOGISTAS

Dando continuidade às ações do mês de julho, o Movimento Pró-Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Itacaiúnas (MPC),  esteve na entrada da Marabá Pioneira realizando uma Blitz Ecológica com farta adesivagem de carros.

Cerca de 40 voluntáriuos participaram de mais essa etapa da campanha "Mergulhe Nessa Luta Pela Vida!", encabeçada pelo Ministério Público do Meio Ambiente e demais parceiros que integram o MPC do Itacaiúnas.

Durante os próximos meses, segue o cadastramento dos moradores que já se estabeleceram há algum tempo nas margens do rio, que serão enquadrados nas leis ambientais, se comprometendo com o reflorestamento a Área de Preservação (APA), entre outras medidas.

OPERAÇÕES POLICIAIS    

De acordo com a Promotora do Meio Ambiente, Joséia Lopes, a exemplo do que já ocorre desde 2015, a Polícia Civil deve deslanchar uma série de operações visando a retirada e a responsabilização daqueles que ainda insistem em ocupar e desmatar as APAs para a venda ou especulação imobiliária. 

"Este comportamento é criminoso e será reprimido com rigor", prossegue a representante do MP, afirmando que a tecnologia das imagem por satélite está sendo usada pela Polícia Federal, para monitorar as novas invasões, prender e processar quem descumprir a lei. A força tarefa terá a participação da Polícia Militar.

As ações do MPC do Itacaiúnas prosseguem durante o mês de julho e ao longo do ano.

Texto: André Vianello
Foto: Maria do Livramento

Projeto Ciranda Verde



sábado, 8 de julho de 2017

PRÓ-COMITÊ CADASTRA RIBEIRINHOS DO "TACHO"


Como antecipado pelo blog, o Movimento Pró-Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Itacaiúnas esteve na tarde desta quinta (06), com sua força tarefa no Porto do Tacho, final da Avenida Sororó, Bairro Independência.

A visita da caravana teve a intenção de dar prosseguimento aos diálogos entre autoridades e moradores ribeirinhos que vivem às margens do Itacaiúnas.  
Cerca de 60 populares do local e lideranças comunitárias compareceram ao evento para falar de suas demandas ambientais e ouvir os integrantes do Ministério Público, Secretaria de Meio Ambiente, e ONGs, que integram o movimento.

Segundo a promotora Josélia Lopes, que responde pela MPE, todos os moradores serão cadastrados perante o órgão e orientados a fazerem as adequações exigidas por lei, sob pena de não poderem mais permancer nesses locais, que são Áreas de Preservação Permanente. 

Continuando, Josélia Lopes ponderou que as autoridades constituidas (MPE, Polícia Civil, Militar e a até a Polícia Federal) estarão reprimindo e prendendo os especuladores de terras públicas nas Áreas de Preservação e inibindo novas invasões.  "Quem, de agora em diante, invadir, vender ou desmatar poderá ser preso e processado", considerou a magistrada.

 Entretanto, o momento é de diálogo e parceria com os atuais moradores dessas áreas, como lembrou o secretário do Meio Ambiente Val André, que aproveitou para colocar o órgão à disposição para esclarecimentos e auxílio aos que precisarem.

O Projeto Ciranda Verde, parceiro do Pró-Comitê do Itacaiúnas, foi representado por André Vianello, que falou sobre os principais pontos da Campanha: "Mergulhe Nessa Luta Pela Vida!" lançada no inicio de julho.

Blitz Ecológica

No domingo (09), o Pró-Comitê do Itacaiúnas estará na entrada da Marabá Pioneira realizando a primeira Blitz Ecológica, com lançamento da camiseta, logo e adesivos do projeto. Os motoristas que desejarem divulgar a iniciativa, podem parar e receber o adesivo.

Projeto Ciranda Verde

quarta-feira, 5 de julho de 2017

PRÓ-COMITÊ DIVULGA AGENDA DE JULHO

Integrantes do Movimento, na Rádio Clube AM, na manhã desta quarta-feira
Depois da ação do dia 02 de julho, na Orla do Rio Tocantins, que deu o ponta-pé inicial de sua programação do mês de férias, o Movimento Pró-Comitê de Bacia Hidrogáfica do Rio Itacaiúnas esteve no Grupo RBA de Comunicação para divulgar os próximos passos de sua agenda.  

Na ocasião, estiveram com os locutores Zeca Moreno e Izaura Cabral, das rádios Clube AM e FM 91, respectivamente.

Os ativistas concederam entrevista convidando os ouvintes para as duas próximas ações da recém-lançada campanha "Mergulhe Nessa Luta pela Vida!", que dia 06 de julho, às 16h, realizará um encontro entre a Promotoria de Meio Ambiente do MPE e os moradores ocupantes das margens do Rio Itacaiúnas.

O evento, que será no Porto do Tacho, no final da Avenida Sororó, bairro Independência, dá prosseguimento ao diálogo iniciado no dia 18 de maio, em um encontro no Balneário Vavazão, que fica no mesmo bairro. O intuito, como da primeira vez, é a sensibilização dos ribeirinhos sobre a importância das ações de preservação em matas ciliares.

BLITZ E ADESIVAGEM   

Já no domingo (09), a partir de 9h, na entrada da Marabá Pioneira, o grupo realizará uma blitz ecológica, com adesivagem de carros e spot (propaganda volante e de rádio), além do lançamento da camiseta com a logo do projeto.

Os comitês de Bacia são responsáveis pela gestão e cobrança de valores pelo uso da água e são mecanismos indispensáveis para a preservação dos rios.

Texto: André Vianello
Foto: Pró-Comitê de Bacia

Projeto Ciranda Verde

  

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Cabelo Seco realiza mais uma Bicicletada Pela Vida

Jovens do Cabelo Seco durante a Bicicletada Pela Vida
Aconteceu nesta Semana do Meio Ambiente, no bairro Cabelo Seco, mais uma Bicicletada Pela Vida, intitulada Eu Sou Amazônia. 

A tradicional iniciativa do Projeto Rios de Encontro contou esse ano com a participação de 48 jovens do bairro e teve como pano de fundo a preservação do Rio Tocantins. 

Segundo Dan Baron, coordenador do projeto, a bicicletada teve como objetivo convidar "todos a participarem da Pororoca Mundial, em solidariedade com a Amazônia e todos os rios do mundo", pontuou. 

A organização registrou ainda que projetos de todas as partes do planeta colaboraram com o envio de fotografias e vídeos, no intuito  de chamar a atenção para a construção, sem consulta prévia  à população impactada, da hidrelétrica de Marabá.  O empreendimento, de acordo com Baron, se constitui em séria ameaça à vida do rio e do meio ambiente da região.

O evento contou ainda com a participação do arte-educador holandês Tom Willems, da Universidade das Artes de Amsterdã, que faz uma residência no Cabelo Seco. 

Texto: André Vianello (com colaboração de Dan Baron)
Foto: Dan Baron

Projeto Ciranda Verde
   

segunda-feira, 5 de junho de 2017

ADÃO ALMEIDA POETIZA NOSSOS RIOS

Neste Dia do Meio Ambiente, 05 de junho, o blog recebe um dos poemas do talentoso poeta Adão Almeida, segue abaixo o poema Rio Tocantins & Itacaiúnas, na integra:


RIO TOCANTINS & TACAÍUNAS
São seres que se doam
De modo simples e natural,
Para prevalecer o verde. Dizem tchau a sede.
Os rios estão morrendo!
Em negrito, O capitalista se diz infinito.
Dos meus netos
Estão morrendo! Ouço gritos. Rios meus. Dos meus filhos
Que vivam eternamente.
Dos meus bisnetos De todas as gerações
Adão Almeida

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Cirandando na Escola Sesi

Turma do 7º ano durante caminhada na escola.
Na próxima segunda-feira (5), será comemorado o Dia do Meio Ambiente e além de intergrar as ações do Pró-Comitê do Rio Itcaiúnas, o Projeto Ciranda Verde (PCV) desenvolve uma série de bate-papos e rodas de conversas com alunos da rede pública e privada de ensino, em Marabá. 

A exemplo da série de encontros com o público da Mostra Ver-a-Cidade, que segue até o próximo dia 07 no Instituto Vitória Barros, o PCV visitou a escola do Sesi, no Núcleo Cidade Nova na manhã deste dia 31 de maio, para atender ao convite das professoras Vitória Souza e Daiane Santos. Lá ocorre um projeto interdisciplinar sobre sustentabilidade e meio ambiente, no qual os alunos estão envolvidos.

Os voluntários passearam pelas dependências da instituição para conhecer as espécies de árvores presentes no local. Depois, já na sala de aula, as turmas do 7º e 8º anos participaram juntas de um bate-papo sobre plantil urbano com André Vianello, que aproveitou para mostrar alguns vídeos de ações do PCV.

Segundo a professora Norma Sueli, diretora da escola, a culminância do projeto com os alunos acontece na sexta, 02 de junho, quando eles pretendem realizar um plantio de algumas espécies de árvores nativas.   

Projeto Ciranda Verde

sábado, 20 de maio de 2017

Ciranda na roda de conversa do Ver-a-Cidade

Visitantes observando a seleção de "fotos" no lançamento da Mostra 
Atendendo ao convite da organização da Mostra Ver-a-Cidade, que este ano chega a sua  VIII edição, o Projeto Ciranda Verde (PCV) participou nesta quinta-feira (18) na Galeria Vitória Barros, de uma roda de conversa sobre as ações ambientais desenvolvidas por seus voluntários ao longo dos 3 anos de existência.

O público que se fez presente a noite de bate-papo aproiveitou para conferir o documentário S.O.S Itacaiúnas, resultado de uma parceria entre a estudante Izabel Bastos, PCV e ICMBio. O evento contou com a participação de André Vianello e Gabriela Silva, criadores do projeto, que falaram sobre as ações desenvolvidas e responderam perguntas dos participantes. A conversa foi intermediada por Natasha Martins, curadora da galeria.

AÇÕES DO PCV

Fundado em 2015, o Projeto Ciranda Verde faz visitas a escolas públicas e privadas da cidade. Na ocasião, os voluntários realizam conversas com os alunos a fim de sensibilizá-los quanto a questões como a importância do plantio urbano de árvores, coleta de lixo entre outras. As ações do projeto são sempre acompanhadas de plantis comunitários, que contam com a parceria de órgãos públicos.

PARCERIA COM A GALERIA

Este ano o PCV se juntou à Galeria Vitória Barros para participar do VIII Ver-a-Cidade, o concurso realizado junto aos alunos da rede Municipal de Ensino seleciona as melhores fotografias amadoras para exposições públicas em sua sede à Av. Itacaiúnas, 1519, Bairro Novo Horizonte, em Marabá.

Foto: Galeria Vitória Barros

 Projeto Ciranda Verde





   

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Comitê-Pró-Bacia reúne ocupantes de APPs do Itacaiúnas

Ribeirinhos, autoridades e imprensa local reunidos no Vavazão
Nesta quinta-feira (18), no Balneário Vavazão ocorreu o primeiro diálogo entre ocupantes de Áreas de Preservação Permanentes (APPs) e integrantes da força-tarefa composta pelo Ministério Público do Meio Ambiente, ICMbio, ONGs, Instituições de Ensino Superior, Fundação Casa da Cultura, entre outros atores da questão ambiental na região.

A ação que visava a sensibilização dos moradores das margens do Itacaiúnas quanto a necessidadde de preservação teve início às 08h00 com um pronunciamento do bispo de Marabá, Dom Vital Corbellini, seguido pela Promotora do Meio Ambiente, Drª. Josélia Lopes, que explicou em linhas gerais, como será desenvolvido o projeto pensado pela força-tarefa.

A fala da representante do MPE foi no sentido de estabelecer uma parceria com os  ribeirinhos que hoje residem às márgens do rio, para que eles colaborem com a preservação da mata ciliar, além de se envolverem em outras ações que serão desenvolvidas posteriormente em conjunto com os órgãos oficiais e ONGs.

Presente ao evento o representante do Projeto Ciranda Verde, André Vianello, destacou que o momento é histórico e que os moradores precisam ser instruídos quanto ao que fazer para evitar a degradação do manancial, além de asumir um nova postura diante do meio ambiente, sob pena de toda a sociedade global pagar um alto preço. 

Além de autoridades constiuídas e ONGs, se fizeram presentes a imprensa local, integrantes das guardas florestais: Guardiões do Verde e Indeva, pescadores, comerciantes e sitiantes diretamente interessados na parceria.

Outras reuniões dessa natureza devem ocorrer nos próximos dias, a fim de concretizar o trabalho com os moradores das margens do Itacaiúnas.

Projeto Ciranda Verde

domingo, 19 de março de 2017

A GLOBO E A DEFESA FANTÁSTICA DOS FRIGORÍFICOS

fonte: www.g1.com.br                                                                              
Em pleno ápice dos escândalos envolvendo os frigoríficos JBS e BRF, circulam nos sites especializados em TV informações a respeito de uma soma vultuosa de dinheiro destinado a compra de horários nas principais emissoras com programação aberta no Brasil. 

A intenção das empresas e tentar amenizar o desgaste às suas imagens, após as denúncias da Operação Carne Fraca.

Mas no caso da Rede Globo, diretamente interessada na promoção e marketing positivos do agronegócio, a propaganda saltou do intervalo para a bancada do Programa Fantástico que foi ao ar neste domingo (19).

Nesta edição da revista eletrônica, enquanto narravam o escândalo, os apresentadores Poliana Abritta e Tadeu Schmidt quebraram o protocolo do tradicional direito de resposta e passaram a defender abertamente as empresas listadas nas investigações da Polícia Federal.

As peças de propaganda que vêm sendo exibidas na grade da Globo e demais emissoras fazem menção ao "respeito que os gigantes da carne processada sempre tiveram pela população brasileira", entretanto, há muito tempo a população de Marabá, por exemplo, conhece bem o respeito que o Grupo JBS tem com a cidade. 

Aqui a gigante atua com um frigorífico que coleciona problemas junto à Secretaria de Meio Ambiente, com problemas que vão do mau cheiro que sobe de suas chaminés ao chorume despejado diretamente no Rio Itacaiúnas pelo sistema de esgoto da empresa.

No caso de Marabá, mesmo depois de várias denúncias, a empresa continua de costas para a situação, chegando, em várias ocasiões, a tratar com desdém autoridades dos poderes Executivo, Legislativo e até do Judiciário locais.

Entre a propaganda e a verdade, como se vê, há um enorme abismo.

Texto: André Vianello

Projeto Ciranda Verde




  

"CARNE FRACA" E NOVOS HÁBITOS ALIMENTARES

Frigoríco da JBS em Lins, interior de São Paulo.
Um dos alvos da Operação Carne Fraca deflagrada pela Polícia Federal nesta sexta (17), o Frigorifico JBS/Friboi é responsável também pela compra de 80% de toda a carne produzida no Brasil. 

Não à toa, o setor da pecuária está em polvorosa, pois um único dia sem vendas pode representar a bancarrota de todo um sistema. Sem contar que não há previsão para que o clima de desconfiança geral acabe.

Sem dúvida haverá mais choro e ranger de dentes por parte de quem produz carne no país, sobretudo por causa da crise econômica. Segundo relatório IBGE/Cepea 2016, a pecuária respondeu por 6,8% do PIB brasileiro em 2015, gerando cerca de R$ 40 bilhões. 

No entanto, a questão precisa ser avaliada de uma ótica que vá além da lógica do capitalismo predatório que ameaça a floresta, e por consequência, a vida no planeta, para que se chegue a equação de que necessitamos. Em outras palavras, o Brasil precisa encontrar um modelo de desenvolvimento econômico, que ao mesmo tempo, seja socialmente justo (já que a atual pecuária é extremamente concentradora de renda); ecologicamente sustentável (visto que a produção de carne por aqui é altamente nociva para o meio ambiente e economicamente viável, pois o prejuízo apenas com queimadas na Região Amazônica, supera os U$$ 5 bilhões de Dólares anuais, como atestam os dados do relatório Ipea/Ipam.

Na conta acima, ainda precisam ser acrescentados os bilhões de Reais perdidos no ralo da sonegação fiscal e da corrupção; os custos com a poluição do ar; a degradação dos rios; a violência (mortes e escravidão no campo) e o sensível empobrecimento das regiões onde a pecuária prospera. Na ponta da caneta tudo isso deve superar em muitas vezes o lucro da balança comercial com o setor.

Há tempos os ambientalistas alertam que os habitos alimentares da população precisam passar por profundas mudanças e talvez seja esse momento, uma vez que os brasileiros estão revendo conceitos sobre o consumo de carne.

O momento pede a adoção de outras alternativas alimentares mais saudáveis, junto com o fortalecimento dos pequenos produtores de orgânicos sustentáveis, hortifrutigrangeiros domésticos e o incentivo ao comunitarismo, atitudes que benefciam um circulo virtuoso, que ainda pode ajudar manter a floresta em pé.

Texto e pesquisa: André Vianello
Foto: JBS
Projeto Ciranda Verde



terça-feira, 3 de janeiro de 2017

MOVIMENTO LANÇA FILME SOBRE O RIO ITACAIÚNAS

Parceiros que ajudaram na produção do vídeo, no lançamento da Uepa
Surgido de dentro do Grupo de Trabalho que luta pela criação do Comitê de Gestão da Bacia do Rio Itacaiúnas, o Movimento S.O.S Rio Itacaiúnas, (formado por voluntários), procura realizar ações de conscientização da sociedade quanto à situação de degradação do manancial, bem como da necessidade de preservá-lo. 

O Movimento busca através da força das mídias sociais levar sua mensagem ao maior número de pessoas possível, assim um filme "doc" intitulado "S.O.S Rio Itacaiúnas" está sendo lançado pelos voluntários nesta terça, 03 de janeiro, às 18h30, no auditório da Universidade do Estado do Pará (Uepa), que fica na Agrópolis do Incra.

No curta de aproximadamente 11 minutos, os convidados poderão ver os resultados de uma expedição feita ao circuito urbano do rio, além de imagens áereas impressionates e depoimentos de ribeirinhos a respeito das mudanças percebidas na piscosidade, nível de água e vegetação do Itacaiúnas.

A produção, vista com orgulho pelos realizadores, é uma parceria entre ICMBio, Projeto Ciranda Verde, Estudantes e professores da Uepa e Guardiões do Verde. A iniciativa conta ainda com apoio da empresa Sky Lira (imagens aéreas) e da Associação dos Artistas Visuais do Sul e Sudeste do Pará - (Arma). 

Quem assina o documentário é a tecnóloga de alimentos Izabel Bastos, o material foi editado no estúdio Vianello Vídeo, que é ligado ao Projeto Ciranda Verde.

Segundo os produtores, a intenção do grupo é realizar novos trabalhos semelhantes ao que será lançado hoje, no intuito de ajudar na luta pela recuperação e preservação do rio.

O filme pode ser visto no You Tube em duas partes, basta copiar os títulos: S.O.S Rio Itacaiúnas (Parte 1) e S.O.S Rio Itacaiúnas (Parte 2) e colar na busca do site. 


Texto/foto: André Vianello  

Projeto Ciranda Verde

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

GT DÁ PASSO IMPORTANTE PARA A CRIAÇÃO DO COMITÊ DE BACIA DO ITACAIÚNAS

Nesta quinta-feira (15), aconteceu no escritório do ICMBio em Marabá mais uma rodada de debates em torno da criação do Comitê de Bacia do Rio Itacaiúnas. 

O grupo de trabalho (GT) formado há um ano por iniciativa do MPE e que agrega órgãos públicos, universidades, setores da sociedade civil e ONGs, teve um avanço significativo com a presença de algumas das comunidades indígenas da região e do senhor Paulo Roberto Ferreira, um dos articuladores do movimento que encampa a luta pelo reconhecimento do Comitê de Bacia do Rio Marapanim (Região Nordeste/Salgado paraense).

O encontro foi de grande relevância no sentido de nortear os passos do GT Pró-Bacia do Itacaiúnas, que contrói nesse momento sua identidade na defesa dos recursos hídricos da Região Sudeste do Pará.

Segundo Ferreira, apesar do empenho da sociedade civil para institucionalizar o Comitê de Bacia do Rio Marapanim, os maiores obstáculos são impostos pelo próprio Poder Público, que tem inviabilizado o processo com uma pesada burocracia. Para ele está claro que o Governo do Pará não tem interesse em reconhecer os comitês de bacia, em função do seu grande poder de deliberação e movimentação de recursos públicos, o que os coloca "ombro a ombro" com o Estado.

Prof. José Pedro (E) e Ferreira simbolizando a soma de esforços das regiões.
Pereira ressaltou, no entanto, que mesmo sem o reconhecimento jurídico os segmentos envolvidos no projeto já estão realizando encontros de sensibilização a fim de atingir a população e os chamados usuários (pecuaristas, industrias etc.).

No próximo dia 11 de janeiro, é a vez da Comissão de Elaboração do GT Pró-Bacia do Itacaiúnas se reunir no ICMBio para articular as providências de um seminário, que deve ser realizado pelo Nucleo de Educação Ambiental da Unifesspa, em meados de março de 2017.

Texto/foto: André Vianello

Projeto Ciranda Verde  

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

CONHEÇA A LEI DAS ÁGUAS

Imagem da Bacia do Rio Amazônas (Fonte: www.culturamix.com.br)
Com o avanço dos trabalhos para a criação do Comitê de Bacia do Rio Itacaiúnas, o blog do PCV passará a disponibilizar conteúdos relacionados a este importante debate. Começamos com informações a respeito da Lei Nº 9.433/97, a Lei das Águas. Boa leitura! 
Em 8 de janeiro de 1997, foi criada a Lei nº 9.433, mais conhecida como Lei das Águas, que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH) e criou o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh).
Até então, a proteção legal das águas brasileiras seguiu um caminho semelhante ao da proteção ao meio ambiente: ela se dava de forma indireta. A água era acessória a outros interesses, assim seu uso era determinado por normas de caráter econômico e sanitário, ou relativas ao direito de propriedade. 
Numa fase posterior, a água ainda tratada com um bem foi alvo de legislação própria, o Código das Águas de 1934. Foi a partir da Constituição de 1988 e, mais tarde a lei de 1997, que houve o reconhecimento da necessidade de proteger as águas dentro da estrutura global ambiental, a partir da gestão que se preocupasse em integrar os recursos hídricos ao meio ambiente, para garantir o desenvolvimento sustentável e à manutenção do meio ambiente ecologicamente equilibrado.
A lei, no artigo 1º, elenca os principais fundamentos da Política Nacional. Ali há a compreensão de que a água é um bem público (não pode ser controlada por particulares) e recurso natural limitado, dotado de valor econômico, mas que deve priorizar o consumo humano e de animais, em especial em situações de escassez. A água deve ser gerida de forma a proporcionar usos múltiplos (abastecimento, energia, irrigação, indústria) e sustentáveis, e esta gestão deve se dar de forma descentralizada, com participação de usuários, da sociedade civil e do governo.
O artigo seguinte explicita seus objetivos: assegurar a disponibilidade de água de qualidade às gerações presentes e futuras, promover uma utilização racional e integrada dos recursos hídricos e a prevenção e defesa contra eventos hidrológicos (chuvas, secas e enchentes), sejam eles naturais ou decorrentes do mau uso dos recursos naturais.
De acordo com a lei, o Estado compartilha com os diversos segmentos da sociedade uma participação ativa nas decisões. Cabe à União e aos estados, cada um em suas respectivas esferas, implementar o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh), legislar sobre as águas e organizar, a partir das bacias hidrográficas, um sistema de administração de recursos hídricos que atenda as necessidades regionais.
Dentro do Singreh, o Poder Público, a sociedade civil organizada e os usuários da água integram os Comitês de Bacias Hidrográficas (CBH) e atuam, em conjunto, na definição e aprovação das políticas acerca dos recursos hídricos de cada bacia hidrográfica. Também fazem parte do Sistema, o Conselho Nacional de Recursos Hídricos, a Agência Nacional de Águas (ANA), os Conselhos de Recursos Hídricos dos Estados e do Distrito Federal; os órgãos dos poderes públicos federal, estaduais, do Distrito Federal e municipais cujas competências se relacionem com a gestão de recursos hídricos e as Agências de Água, órgãos assessores dos CBH.
A Lei das Águas (Lei nº 9.433) surgiu em um contexto em que a água se torna cada vez mais escassa, com a preocupação de que a sua distribuição seja equitativa.
O território brasileiro contém cerca de 12% de toda a água doce do planeta. Ao todo, são 200 mil microbacias espalhadas em 12 regiões hidrográficas, como as bacias do São Francisco, do Paraná e a Amazônica (a mais extensa do mundo e 60% localizada no Brasil). É um enorme potencial hídrico, capaz de prover um volume de água por pessoa 19 vezes superior ao mínimo estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) – de 1.700 m³/s por habitante por ano.
Apesar desta abundância, os recursos hídricos brasileiros não são inesgotáveis nem bem distribuídos. A água não chega para todos na mesma quantidade e regularidade: as diferenças geográficas de cada região e as mudanças de vazão dos rios causadas pelas variações climáticas ao longo do ano afetam a distribuição. Outro ponto é o uso indiscriminado tanto dos mananciais superficiais quanto dos subterrâneos.
Talvez o principal problema seja o processo de urbanização acelerado que não apenas gerou um aumento da demanda em áreas mais populosas, como também gerou a contaminação dos corpos hídricos por resíduos domésticos e industriais. O crescimento da população concentrada em grandes centros urbanos, principalmente no litoral do continente, gerou problemas de escassez localizada de água, agravados por sistemas de saneamento básico deficientes - falta de sistemas de coleta, tratamento e drenagem. Isso torna boa parte das águas impróprias para o uso humano.

Texto: Reprodução site:http://www.oeco.org.br
Projeto Ciranda Verde

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

GT PRÓ-RIO ITACAIÚNAS REALIZA ÚLTIMO DEBATE DO ANO NO MP

Força Tarefa pró-Itacaiúnas reunida no auditório do MP
Criado há aproximadamente um ano por iniciativa da Promotoria de Meio Ambiente do Ministério Público Estadual (MPE) e instituições públicas e do terceiro setor, o Grupo de Trabalho (GT) Pró-Criação do Comitê de Bacia do Itacaiúnas realizou a última assembleia de 2016 neste dia 13 de dezembro, no auditório do MPE.

Dirigida pelo professor José Pedro do Núcleo de Educação Ambiental da Unifesspa (Neam), a reunião contou com a participação do MPE, ICMBio, Semed, Seagri, Guardiões do Verde, IFPA, Fundação Zoobotânica de Marabá, Fundação Casa da Cultura de Marabá, Mosaec, Projeto Ciranda Verde, Intituto Hozana Lopes de Abreu e Siupa.  

Dentre os encaminhamentos foram criadas três comissões para articulação de um seminário para expor o conhecimento científico sobre água e meio ambiente produzidos pelas Instituições de Ensino Superior e IFPA na região. O evento deve acontecer no primeiro semestre de 2017 e deve ser coordenado pela Unifesspa. 

A partir do dia 14 de dezembro, um dia após a assembleia, uma das comissões se reunirá na sede do ICMBio, na Seagri (Agrópolis do Incra) para tratar do calendário de ações.

Segundo o professor José Pedro, outros órgãos  públicos e privados devem ser convidados para o debate e participação no Comitê Gestor de Bacia do Rio Itacaiúnas, que de agora em diante segue os passos burocráticos necessários para sua criação.

Texto/foto: André Vianello

Projeto Ciranda Verde